Sindjufe - MS

Convênio

Veja os convênios que o SINDJUFE/MS tem com as seguintes instituições: AABB

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Programação da XXI Plenária Fenajufe que começa hoje (9) em Campo Grande-MS

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PROGRAMAÇÃO DA XXI PLENÁRIA FENAJUFE – EM CAMPO GRANDE MS

9/11 (quinta-feira)

17h às 21h30 - Credenciamento

18h às 20h – Jantar

20h - Mesa de abertura:

· Coordenadores (as) representantes das seis forças da Executiva da Fenajufe

· Sindjuf/MS

· Representantes da Coordenadora do Cone Sul

- Secretário Geral da FJA – José Luis Ronconi

- Secretario de Relaciones da AFJU – Pablo Elizaldi

- Representantes das Centrais Sindicais presentes

22h – Encerramento dos trabalhos do dia

10/11 (sexta-feira)

 8h30 – Reabertura do credenciamento

 9h – Regimento Interno

11h – Prestação de Contas

12h - Almoço

13h30 - Análise de conjuntura internacional e nacional

     - Nildo Ouriques

     - Rodrigo Rodrigues

     - Aurora Maria Miranda Borges - Anfip (Reforma da Previdência)  

15h30 – Participação no Ato “Dia Nacional de Paralisação Contra as Antirreformas do Temer”

19h     – Encerramento dos trabalhos do dia e do credenciamento total da Plenária

19h30 - Coquetel de Confraternização – Apresentação do artista sul-mato-grossense

              Marcelo Loureiro (instrumentista)

11/11 (sábado)

8h30min – Comunicado do total de participantes da Plenária e destruição da sobra de crachás

8h30min – Reformas, ataques a direitos e Desmonte do PJU e MPU

   - Marilane Oliveira Teixeira - Abordagem Política de Estado mínimo e
       Reforma Trabalhista e Terceirização. 

   - Rodrigo Oliveira de Ávila - Relação da Política de Estado mínimo com o
       pagamento da dívida 

   - Vera Miranda - O desmonte no PJU e do MPU por meio das resoluções dos
       tribunais e a destruição da carreira e desfragmentação

9h30 - Debates e considerações finais

10h30 – Lanche

11h - Saúde do Trabalhador – assédio moral

·         Fernando Feijó – Médico do Trabalho

·         Bruno Chapadeiro – Psicólogo, mestre em Ciências Sociais e doutor em Educação

11h40- 12h30 – Debates e considerações finais

12h30 – Almoço

14h – Plano de ações e de lutas

a)      Lutas e Ações para pautas específicas do Judiciário e MPU

a.    Relatos

  i.     Implementação do NS (20 minutos)

 ii.     Quintos e 13,23% (10 minutos)

iii.     Resolução 219/16/Rezoneamento/Terceirização (15 minutos)

 iv.     Outros relatos gerais (PLS 116, data-base e negociação coletiva, reajuste de benefícios, parcelas do reajuste etc. (15 minutos)

b.     Debates

16h30 – Intervalo

17h – Apreciação de eventuais recursos da decisão da Diretoria Executiva da Fenajufe 

17h30 - Plenária Final para votação das propostas de resolução 

Conjuntura internacional e nacional; Reformas, ataque a direitos e Desmonte do PJU e MPU; Saúde do Trabalhador – assédio moral; Plano de lutas, Moções e definição do local da XXII Plenária Nacional da Fenajufe 

12/11 (domingo)

9h – Plenária Final para votação das propostas de resolução

12h – Intervalo para almoço

13h30 – Plenária Final para votação das propostas de resolução

17h – Encerramento Plenária e lanche

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Porte de arma para Oficiais de Justiça será debatido em audiência pública

A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) do Senado, aprovou requerimento do senador Romero Jucá (PMDB/RO) para realização de audiência pública para instruir o processo de análise do PLC 30/2007, do deputado Nelson Pellegrino (PT/BA), que trata do porte de arma para Oficiais de Justiça, de Avaliadores do Poder Judiciário da União e dos Estados, bem como a integrantes de outras carreiras do serviço público.

A discussão na CRE foi acompanhada pelos coordenadores Erlon Sampaio, Gerardo Lima e Saulo Arcangeli, ao lado das comitivas de Oficiais de Justiça vindas de vários estados. Após a sessão, os dirigentes continuaram o trabalho de abordagem dos senadores, na busca de apoio à luta contra o PLS 116/17 e outros ataques sofridos pelos trabalhadores.

O PLC 30/2007 retornará à pauta da Comissão após a realização da audiência pública. Se aprovada, a matéria irá ao plenário do Senado Federal. (Com informações da Assessoria Parlamentar)

 

 

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Diga não ao projeto que quer demitir servidores concursados

A Comissão Senado do Futuro (CSF) dará início aos debates acerca do PLS 116/17, que tem como objetivo, permitir a demissão de servidores públicos concursados. De autoria da senadora Maria do Carmo Alves (DEM/SE), o projeto integra a relação de temas a serem debatidos pela Comissão na discussão sobre a carreira dos servidores públicos.

Posição aprovada na Fenajufe, os servidores do Judiciário Federal e MPU são contra o PLS 116/17 e levaram a discussão ao Fórum das Entidades Nacionais do Servidores Públicos (Fonasefe) que também articula campanha contrária à proposta. Sergipe, base eleitoral da autora do projeto, prepara mobilização para esclarecer à comunidade e a Maria do Carmo Alves, que o projeto é danoso, inapropriado e acelera o sucateamento do serviço público.

Em nota, acompanhada pelo Fonasefe, a Fenajufe deixa clara sua posição contra o projeto.

Iniciado com a EC-95/16 (antiga PEC 241, do “teto dos gastos”), o desmonte do serviço público atinge dramaticamente o Judiciário Federal com a extinção de zonas e cartórios eleitorais na Justiça Eleitoral, os ataques à Justiça Federal e o desmonte da Justiça do Trabalho. Agora, a terceirização e a reforma trabalhista representam mais uma fase do objetivo, em execução.

Sob a falsa premissa de se tratar da avaliação periódica dos servidores públicos da União, Estados e Municípios, e sobre os casos de exoneração por insuficiência de desempenho, o PLS 116/17 é a ferramenta pela qual as vagas destinadas a terceirizados serão disponibilizadas, preenchidas por trabalhadores em situação vulnerada frente a patrões em condições infinitamente superiores de negociação. E o pior: sem a Justiça do Trabalho para garantir o mínimo de dignidade a essa relação empregatícia.

O PLS 116/2017 tramita na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, tendo como relator Lasier Martins (PSD-RS). O projeto está aberto à consulta pública no portal e-Cidadania, NESTE LINK. Participe, vote NÃO a mais uma aberração criada para destruir os serviços e os servidores públicos brasileiros.alt

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Greve geral dia 28 de abril em MS e em todo o Brasil

A unificação da luta dos trabalhadores brasileiros contra os ataques perpetrados pelo governo e a consequente degeneração dos direitos sociais conquistados com suor e sangue ao longo dos últimos 100 anos, deu um grande passo ao reunir as centrais sindicais CGTB, CSB, CSP-Conlutas, CTB, CUT, Força Sindical, Intersindical, Nova Central e UGT encabeçando no dia 28 de abril como Dia Nacional de Paralisação contra as reformas - Greve Geral. O SINDJUFE/MS tem participado de reuniões das centrais em Mato Grosso do Sul e lutado também em Brasília para reverter o problema das reformas Previdenciária e Trabalhista, que ameaçam a vida dos trabalhadores brasileiros. Entre os encaminhamentos nacionais aprovados, foi a orientação de fortalecimento ou criação dos comitês estaduais contra a Reforma de Previdência e Trabalhista. Em Mato Grosso do Sul também foi criado e o SINDJUFE/MS faz parte do grupo de luta. Outra indicação é para intensificar a pressão nos estados, com ações na porta da casa dos deputados e acampamento em frente a residências e escritórios políticos dos deputados que estão na comissão especial da PEC 287, exigindo o voto contra a proposta. Em Brasília, entidades que integram o Forum acompanham as agendas das Comissões no Congresso Nacional. Dia de Paralisação Nacional em 28 de abril; A Fenajufe representada pelos coordenadores Adriana Faria, Costa Neto e José Aristeia, têm participado das reuniões nacionais e apoia o movimento de greve geral no dia 28. A Federação orienta aos sindicatos da base que intensifiquem a pressão sobre os parlamentares em suas bases eleitorais e mantenham os atos (recepção e bota-fora) nos aeroportos, bem como encaminhem as orientações necessárias à construção da Greve Geral undefined
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Pressão por reajuste evidencia disparidades no setor público

altA guerra por salários entre servidores evidencia também disparidades que marcam as remunerações no setor público. É o caso do auxílio-alimentação, que é cerca de 100% maior no Legislativo e no Judiciário em relação ao Executivo. Enquanto o vale-refeição pago aos funcionários do Executivo é de R$ 458 mensais, ovalorchega a R$ 884 no Judiciário e a R$ 924 na Câmara e no Senado.


Os servidores ainda recebem auxílio pré-escolar e auxílio à saúde,valoresque reforçam a remuneração básica mês a mês e que também demonstram realidades diferentes entre os Poderes. No auxílio pré-escolar, o valor é de R$ 782 para o Legislativo, de R$ 699 para o Judiciário e de R$ 321 para funcionários do Executivo.

As disparidades se estendem aos salários básicos (sem benefícios) de algumas carreiras, como a de médico. Na Fiocruz, uma instituição de excelência em saúde pública, um médico com doutorado ganha entre R$ 4,2 mil e R$ 8,4 mil mensais por uma jornada de 20 horas.
Já um médico do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), sem especificação de titulação, recebe de R$ 10,7 mil a R$ 16,1 mil pela mesma carga horária, segundo dados do Boletim Estatístico de Pessoal do Ministério do Planejamento. Os dados são de julho deste ano.

A negociação conduzida pelo governo agravou as discrepâncias já existentes. Ao prever a criação de um bônus de produtividade no projeto dos auditores fiscais da Receita, o governo rompeu com a equiparação que havia entre a carreira e o Tesouro Nacional, que deflagrou greve em protesto à medida.

Outras categorias, como funcionários doBancoCentral e do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, também passaram a reivindicar a criação de um bônus. "Não temos de comentar sobre o pedido de outras categorias", rebateu o presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais (Sindifisco), Cláudio Damasceno.

Entre as carreiras que já tiveram o reajuste assegurado, a avaliação é de que o governo apenas honrou o acordo firmado. "Eles já avaliavam todo o contexto político eeconômico. Mas tem algumas carreiras que não aceitaram (a proposta do governo) e talvez tenham perdido aoportunidadede ganhar", disse a presidente da Associação Nacional dos Membros das Carreiras da Advocacia-Geral da União (Anajur), Joana Mello. Com o aumento, os salários iniciais da AGU passarão de R$ 17,33 mil neste ano para R$ 19,2 mil em 2017. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Revista IstoÉ (25/09/2016)


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