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Sindjufe-MS integra movimento de protesto nacional contra a reforma da Previdência

 

Mais de 5 mil pessoas estão sendo aguardadas amanhã às 8h em Campo Grande para a manifestação nacional contra a reforma da Previdência Social e que conta com a participação e movimentação do SINDJUFE/MS. Em todos os municípios do Estado haverá manifestações e as maiores concentrações estão previstas para Dourados, Três Lagoas, Corumbá e Naviraí. Algumas categorias como a dos professores do Estado e dos Correios e Telégrafos (greve), paralisam por tempo indeterminado.

Oudoors com o rosto de deputados e senadores de MS começam a ocupar espaços na Capital e interior, alertando-os e advertindo-os sobre suas posições em relação ao projeto de reforma da Previdência.

“Agora é guerra! É o tudo ou nada! Não ficaremos de braços cruzados enquanto um projeto dessa natureza, que mata cada cidadão brasileiro de tanto trabalhar, sem poder desfrutar de uma aposentadoria tranquila, passar contra a vontade do povo brasileiro”, argumentou Idelmar da Mota Lima, presidente regional da Força Sindical em Mato Grosso do Sul.

As seis centrais sindicais (Força, CUT, CSB, CTB, NCST e UGT) além de dezenas de federações e centenas de sindicatos de trabalhadores de Mato Grosso do Sul estão unidos nessa luta, contra esse “famigerado” projeto que prejudica todos os trabalhadores brasileiros.

“Precisamos que todo cidadão, que tem consciência dessa grande ameaça que é a reforma da Previdência, venha para as ruas neste dia 15,que entrará para a história do Brasil como um dia de luta, um dia em que o povo se levantou contra uma ação do governo que não leva em consideração a vontade popular”, argumentou José Lucas da Silva, coordenador da CSB no Estado.

O presidente da CUT/MS, Genilson Duarte também reforça o pedido para que o povo, em cada um de seus municípios, empunhe uma bandeira ou um cartaz de protesto e saia para as ruas neste 15 de março. “Precisamos demonstrar força às nossas autoridades e dizer em alto e bom som que não queremos essa reforma da Previdência, pois ela é desnecessária para garantir a aposentadoria dos nossos trabalhadores. Desde que corte a saída de recursos da Previdência para outros fins, como acontece hoje”.

O presidente da UGT em MS, Jefferson Borges Silveira disse que os deputados e senadores não têm ideia da força do povo e que essa ameaça das aposentadorias despertou “sua ira” e que ele vai para as ruas e vai responder também nas urnas nas eleições de 2018.

NA PRAÇA – As seis  centrais sindicais e demais entidades representativas dos trabalhadores vão reunir a população na Praça Ary Coelho, onde serão tomadas algumas deliberações, inclusive sobre uma possível caminhada pela área central da cidade, portando faixas, cartazes, carros de som e outros instrumentos para chamar a atenção das pessoas sobre o problema que toda a Nação está enfrentando com a permanência desse projeto de reforma previdenciária do governo.

Antônio César Amaral Medina, coordenador geral do SINDJUFE/MS (Sind. dos Servidores do Poder Judiciário Federal e Ministério Público da União em MS ) lembra que Não há deficit na previdência social e sim superávit de R$ 11 bilhões na seguridade social, do qual a previdência faz parte e não pode ser considerada isoladamente. “Não podemos permitir que o trabalhador brasileiro pague com sua vida por uma reforma dessa natureza. Todos devemos ir para as ruas e dizer não para as nossas autoridades do legislativo e executivo”, afirmou.

CAMPANHA POLÍTICA – Além de estampar o rosto de todos aqueles que por ventura votarem contra a vontade popular, deputados e senadores da bancada de Mato Grosso do Sul sofrerão represálias no ano eleitoral em 2018. “Vamos com tudo para cima de todos aqueles que desrespeitarem a vontade do povo. Vamos divulgar suas más ações usando todos os meios de que dispusermos especialmente a imprensa e as mídias sociais e muitos outdoors espalhados por todo Estado”, afirmou Adauto Cândido de Almeida, secretário geral da Força Sindical MS.

O movimento sindical de MS está disposto também a montar verdadeiros acampamentos em frente às residências dos deputados federais e senadores da bancada de MS. “Essa será uma forma também de pressioná-los a votar de acordo com a vontade do povo e não de uma minoria que quer usar a força e a vida do trabalhador brasileiro para cobrir rombos que não existem”, argumentou Weberton Sudário, presidente da Fetricom/MS (Fed. dos Trab. nas Ind. da Construção Civil de MS).

O governo federal justifica a mudança dizendo que a Previdência é deficitária e que a reforma seria necessária para equilibrar as contas. Porém, movimentos sociais e sindicatos denunciam que o Governo Federal não leva em conta toda receita arrecadada pela Previdência para fazer o cálculo: Ele contabiliza apenas a contribuição previdenciária, que no ano passado ficou em R$ 352,6 bilhões e os benefícios pagos, que somaram R$ 436 bilhões, apontando para um suposto déficit, segundo dados da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip).

O trabalhador brasileiro não pode e não deve pagar com a sua vida as mudanças na Previdência Social. Além disso o Governo esconde a verdade do povo, pois os números confirmam que não existe rombo na Previdência”, afirma José Lucas da Silva, presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros – CSB.

José Lucas explica que o Governo não divulga o que é feito com o dinheiro arrecadado para Previdência e diz que se fosse usado apenas para os trabalhadores, na forma de pagamento pelas aposentadorias, não faltariam recursos. Ocorre que o dinheiro é desviado da seguinte forma: Os R$ 683 bilhões arrecadados, o Governo faz o seguinte rateio: R$ 436,0 bilhões, Benefícios Previdenciários; R$ 41,8 bilhões ............................ Benefícios Assistenciais; R$ 26,9 bilhões ............................ Bolsa Família e Outros; R$ 102,2 bilhões .......................... Saúde; R$ 48,2 bilhões ............................ Benefícios do FAT e R$ 27,9 bilhões ............................ Outras Despesas

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