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DEPUTADO MARUN (PMDB-MS) DIZ NÃO TER RESPEITO POR MANIFESTAÇÃO.

Marun: “Antes, eu até tinha algum respeito pela manifestação, agora não tenho mais”. Se não tem respeito por manifestação legítima, vai ter respeito pelo trabalhador? Este é o Deputado relator da Reforma da Previdência.

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Imagem da internet

O deputado federal Carlos Marun (PMDB-MS) chamou de “desrespeitosa” e “covarde” a forma como transcorrem as manifestações contra a reforma da previdência em Campo Grande, que começaram no Centro e, até este início de tarde, estava na porta do condomínio de luxo onde mora o parlamentar, na Capital. Dezenas de pessoas estão acampadas, em frente ao Damha, sem previsão de deixar o local. Enquanto ele está em Brasília (DF).

“Eu lamento pela forma desrespeitosa e covarde que essa manifestação se processa. Eles apenas estão levando constrangimentos a minha família, meu filho, e meus vizinhos”, diz Marun. “Antes, eu até tinha algum respeito pela manifestação, agora não tenho mais”.

Além de não ter respeito pela manifestação, o Deputado Marun declarou que: “Nós temos permitido um debate amplo e democrático a respeito da reforma". Será que para haver debate democrático os políticos têm que permitir? Será que não é direito do Povo? Será que não é obrigação dos políticos promover os debates democráticos? Esse é o exemplo de declaração autoritária e de quem não tem medo da opinião pública, pois se acha acima do bem e do mal.

Presidente da Comissão Especial que analisa a proposta de reforma na Previdência Social na Câmara dos Deputados, Carlos Marun, defende que os protestos realizados hoje só trazem transtornos à população e não vai mudar a forma como os parlamentares da casa pensam.

“Nós temos permitido um debate amplo e democrático a respeito da reforma, e agora eles submetem minha família a esse constrangimento. Isso não vai mudar a minha forma de pensar e como os deputados pensam. A reforma da previdência é necessária”, defende o deputado federal.

Marun considera “ínfima” a quantidade de manifestantes que foram às ruas tanto em Campo Grande, quanto na Capital federal. E que os trabalhos sobre a proposta no Congresso seguem normalmente. “Vamos seguir em frente e torcer que haja juízo na cabeça dos manifestantes”, conclui.

Manifestação - Com expectativa de cinco mil pessoas, manifestantes ficaram reunidos em frente à praça do Residencial Damha.

Fonte:

https://www.campograndenews.com.br/

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