A atuação da Fenajufe na defesa dos servidores do Judiciário Federal e MPU repercutiu na imprensa nacional. O jornal Folha de S. Paulo e outros sites informaram sobre a Carta Aberta encaminhada pela Federação Nacional ao presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Luís Roberto Barroso.
Conforme divulgado pelo SINDJUFE/MS, o documento destaca a preocupação da Fenajufe e dos sindicatos de base ao tratamento desigual nas demandas que envolvem magistrados e servidores.
“Enquanto observamos a magistratura acumulando benefícios e verbas vultosas em sessões administrativas, os (as) servidores (as), que são o alicerce do Judiciário, enfrentam desafios crescentes, como sobrecarga de trabalho e a defasagem de direitos e benefícios essenciais”, diz.
Confira abaixo a íntegra da publicação feita pelo jornal Folha de S. Paulo:
Servidores da Justiça reclamam a Barroso de tratamento desigual com relação a juízes
Trabalhadores do Poder Judiciário divulgaram uma carta ao ministro Luís Roberto Barroso, presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), com queixas sobre o tratamento desigual recebido em demandas salariais, enquanto magistrados têm vantagens crescentes.
“Enquanto observamos a magistratura acumulando benefícios e verbas vultosas em sessões administrativas, os (as) servidores (as), que são o alicerce do Judiciário, enfrentam desafios crescentes, como sobrecarga de trabalho e a defasagem de direitos e benefícios essenciais”, diz a carta, assinada pela Federação Nacional dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Judiciário Federal e Ministério Público da União (Fenajufe).
A entidade diz que tem buscado o diálogo sobre suas demandas, mas reclama que “a falta de respostas efetivas às principais reivindicações da categoria tem causado enorme insatisfação”.
A carta dos servidores lista entre os pontos mais urgentes melhoria nas remunerações e redução das desigualdades salariais internas, pagamento do auxílio-saúde nos mesmos moldes do recebido pelos magistrados e indenização de transporte para analistas, entre outros.
Os servidores dizem ainda que, “diante da ausência de avanços significativos”, anunciam a organização de um calendário de atividades reivindicatórias a partir de 7 de fevereiro.