O Sindicato dos Servidores da Justiça Federal no Mato Grosso do Sul (SINDJUFE/MS) participou de reunião com representantes do Grupo de Trabalho (GT) encarregado de revisar a Resolução CSJT nº 296/2021, que estabelece a política de distribuição da força de trabalho na Justiça do Trabalho.
A reunião, agendada pelo SITRAAM, contou com a participação de Márcia Pissurno, coordenadora-geral do SINDJUFE/MS, que esteve presente a convite da própria entidade. Também participaram os dirigentes da FENAJUFE, Soraia Marca e Eusa Braga, e o assessor parlamentar Alexandre Marques.
Pelo GT, estiveram presentes o desembargador Hermann de Araújo Hackradt (vice-coordenador do GT e juiz auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho) e a juíza Karine Andrade Britto Oliveira (TRT-5) .
Pontos de Destaque da Reunião
Valorização dos Assistentes de Juiz: Márcia Pissurno defendeu a aplicação da resolução 553 do CNJ no âmbito da Justiça do Trabalho para que os assistentes de juiz tenham tratamento equânime aos assistentes de desembargador.
Soraia Marca, coordenadora geral da Fenajufe reafirmou o pedido para que a federação tenha um representante no GT.
Realidade Amazônica: Eusa Braga destacou os desafios singulares da região Norte, como a extensa área territorial do Amazonas e Roraima, as dificuldades de deslocamento e as peculiaridades das atividades externas dos servidores. Também foram abordadas as especificidades das atividades predominantemente externas, especialmente aquelas desempenhadas pelos Oficiais de Justiça e pela Polícia Judicial, cujas atribuições envolvem variáveis próprias relacionadas a deslocamento, risco operacional, cobertura territorial e segurança institucional.
Receptividade e Próximos Passos
O desembargador Hermann Hackradt demonstrou receptividade às demandas e ressaltou que sugestões e contribuições técnicas são bem-vindas durante os trabalhos do GT. O magistrado manifestou confiança na produção de propostas que aprimorem a política de distribuição da força de trabalho.
O SINDJUFE/MS considera fundamental que as entidades sindicais participem de reuniões com os membros do Grupo de Trabalho como forma de levar as demandas dos servidores, enriquecendo o debate de ideias.